6.26.2008

19/06/2008 Discurso Arnaldo Faria de Sá

O SR. PRESIDENTE (Deputado Inocêncio Oliveira) - Para uma breve intervenção, concedo a palavra ao Deputado Deputado Arnaldo Faria de Sá.

O SR. ARNALDO FARIA DE SÁ (PTB-SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, primeiramente, quero registrar que estive presente em Luziânia, agora pela manhã, à solenidade de abertura do Congresso dos Trabalhadores da Cadeia Produtiva do Papel. Cumprimento o Ozano pelo grande seminário que está realizando, bem como todos os trabalhadores. Faremos a defesa do SEPACO, sistema de saúde do setor. Quero agradecer também ao representante do DNIT, que se encontra em nosso gabinete para atender à reivindicação do povo da cidade de Pindamonhangaba, um viaduto sob a Dutra, no Bairro das Campinas, que tem trazido sérios problemas. Entregaremos o projeto executivo e o compromisso da Prefeitura está aí o José Antenor , no sentido de colaborar para a execução daquela obra, desde que o DNIT a autorize. Tenho certeza de que a população aguarda ansiosa essa solução.Outro assunto, Sr. Presidente.Sras. e Srs. Deputados, quero parabenizar todos os profissionais da segurança privada: nossos admirados e queridos trabalhadores vigilantes!A segurança privada nasceu em 1820. No Brasil, as empresas surgiram nos anos 1960, devido ao aumento de assaltos a instituições financeiras, com o objetivo de proteger patrimônios, pessoas e realizar transporte de valores. Desde então surgiram os trabalhadores em segurança privada, sob várias denominações, como vigias, guardiães, rondantes, fiscais de pátio, fiscais de piso e similares, que atuam em estabelecimentos industriais, comerciais ou residenciais. A categoria conhecida genericamente como "vigilante", só ganhou qualificação profissional a partir de junho de 1983, quando a segurança privada foi regulamentada através da Lei nº 7.102. Assim auxiliadas, as empresas prestadoras de serviços de segurança puderam padronizar as normas de constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de segurança privada. Atualmente, existem no País cerca de 2 mil empresas de segurança privada, que geram mais de 580 mil postos de trabalho formais e diretos. No dia 1º de março de 1989, com sede em Brasília, foi fundada a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores — FENAVIST, com a função de estudar, defender e coordenar os interesses das categorias representadas pelos sindicatos das empresas de Segurança, Transporte de valores e curso de formação de vigilantes. Os serviços de segurança privada só podem ser executados por empresas de segurança registradas no Ministério da Justiça através da Polícia Federal, que receberam o certificado de segurança e autorização para funcionamento. Os vigilantes dessa empresa também deverão possuir o diploma do curso regular para esse exercício profissional e o registro na carteira de trabalho pela referida empresa contratada. Parabéns aos vigilantes do Brasil, e, em especial, nosso abraço aos nossos queridos vigilantes do nosso Estado de São Paulo!Era o registro que tinha a fazer. Muito Obrigado!

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