2.16.2009

11/02/2009 Arnaldo Faria de Sá - Prejuízo aos Aposentados


O SR. ARNALDO FARIA DE SÁ (Bloco/PTB-SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje pela manhã tivemos uma grande reunião na Câmara dos Deputados, capitaneada pelo Presidente da COBAP, Warley Martins Gonçalves, para discutir os projetos de interesse dos aposentados, em que estiveram presentes todas as federações estaduais.A reclamação é muito grande para votarmos o projeto que acaba com o fator previdenciário, o PLP 1, que está na pauta para ser votado, e o projeto que trata da recuperação das perdas dos aposentados e pensionistas, em tramitação na Comissão de Seguridade Social. Depois que o salário mínimo aumentou para R$465,00, o prejuízo dos aposentados é muito grande. Esta Casa tem obrigação de corrigir e acertar essa situação.Agradeço ao Ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, por atender o Prefeito de Piquete, Otacílio Rodrigues da Silva, que também é Presidente do CODIVAP. Sua cidade está numa situação difícil. Certamente, mesmo fora da agenda, esse atendimento é extremamente importante para encontrarmos uma solução para os problemas da região.Registro a mesma situação das Prefeituras de Franco da Rocha e de Campo Limpo Paulista. Na semana que vem vamos conversar com o Ministro Geddel Vieira Lima para tentarmos encontrar uma alternativa para essa questão fundamental. O Ministro da Integração Nacional pode ajudar muito os municípios que passam por essas dificuldades. Essa é nossa vontade. Posteriormente, em outro momento, registrarei a questão da Citrosuco, que está fechando uma fábrica em Bebedouro, deixando muita gente desempregada. A fábrica foi comprada com essa intenção. Vamos denunciar essa situação, porque, sem dúvida nenhuma, é muito importante que deixemos este registro, pois os trabalhadores não podem pagar a conta dessa crise. Muitas empresas aproveitam esse momento e mandam embora trabalhadores que não teriam necessidade, faz isso para se livrar desse ou daquele trabalhador. Precisamos mostrar que essa crise tem poderes e precisa encontrar alternativas e não simplesmente culpar o trabalhar, que não pode pagar o pato por essa situação. Sem dúvida alguma, a crise existe, mas não pode ser debitada só para o trabalhador. Fazemos essa crítica, mas voltaremos oportunamente para fazê-la com mais substância.

Postar um comentário