4.28.2015

07/04/2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ

Com redação final
Sessão: 061.1.55.OHora: 15h14Fase: PE
Orador: ARNALDO FARIA DE SÁData: 07/04/2015

Sumário

Contrariedade à Medida Provisória nº 664, de 2014, que estabelece novas regras para concessão do auxílio doença e pensão por morte. Não cumprimento, pela Presidenta Dilma Rousseff, das promessas de campanha relativas à manutenção dos direitos trabalhistas.




O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento) - Com a palavra o Deputado Arnaldo Faria de Sá, por 1 minuto.
O SR. ARNALDO FARIA DE SÁ (Bloco/PTB-SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estou indo para a reunião da Comissão que trata da Medida Provisória nº 664, para, logicamente, lá impedir que possam se consumar contra os trabalhadores brasileiros e os segurados da Previdência Social aquelas maldades que nela estão colocadas.
Essa MP reduz a pensão à metade, cria anterioridade de vínculo de 2 anos aos segurados, exige 2 anos de casamento ou de relação conjugal, uma coisa extremamente absurda, e cria pensão temporária por 3, 6, 9 ou 15 anos, outra coisa absurda!
Na campanha, a Presidente disse que jamais iria mexer com esses direitos e até usou a expressão popular nem que a vaca tussa. E o pior, Sr. Presidente, é que a vaca tossiu e está indo para o brejo.
Então, nós vamos lá tentar impedir que isso possa acontecer. Sem dúvida nenhuma, querer reduzir a pensão à metade é para quem não precisa. Alguém nesta Casa tem que acordar para a realidade, porque a culpa não é sódo Executivo, mas também desta Casa. Temos que acordar para a realidade. Todo o Parlamentar deve ter pai e mãe e não deve ser filho de chocadeira.
Obrigado, Sr. Presidente.
O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento) - Está feito o registro de V.Exa.
Postar um comentário